Eu, Raquel.

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Sou uma só, mas ainda assim sou uma. Não posso fazer tudo...mas posso fazer alguma coisa.Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o que posso.

Porquê Logística?

Cada vez mais o mercado requer Logística, pede resposta a tempo, no lugar e na quantidade pretendida, o mercado quer sempre e cada vez mais ser bem servido. E a empresa que serve/ disponibiliza acaba por encontrar retorno, compensação, na fidelização do cliente.
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Novos empilhadores

A Manitou, fornecedora de equipamentos de movimentação de cargas, prepara-se para lançar uma nova gama de empilhadores térmicos, a gama MI. O anúncio foi feito na passada sexta-feira, em Cannes, Paris, durante uma conferência de imprensa.

Concebidos pela Manitou e montados na China, a nova gama será constituída por 12 novos modelos, os quais vêm completar “uma oferta de produtos industriais única (equipamentos de armazém, empilhadores com mastro semi-industriais, empilhadores embarcados e plataformas elevatórias)”.
“Actualmente um cliente espera muito mais do que a simples aquisição de uma máquina. É por isso que propomos uma solução de movimentação de cargas feita à medida das exigências de produção e de logística dos nossos clientes”, afirma Henri Brisse, VP para as vendas e marketing do grupo.

Para o presidente da divisão de Industrial Material Handling, Jean-Louis Hervieu, “esta nova gama de empilhadores industriais é a base sobre a qual construímos o nosso desenvolvimento. O correcto posicionamento dos produtos MI permite-nos associar um leque de serviços, como manutenção, financiamento, aluguer de curta duração ou gestão de frotas, que são decisivos neste mercado concorrencial”.

Os novos empilhadores já estão disponíveis no mercado português e chegarão ao mercado francês no próximo ano.

Rhenus abre linhas de transporte

A Rhenus -Transitários e Logística pôs em marcha novos serviços de transporte por estrada entre Portugal e Espanha, reduzindo os tempos de trânsito entre ambos os países.

“O transporte rodoviário é uma das pedras angulares dos serviços logísticos da Rhenus na Europa, pelo que a sua filosofia baseia-se no estabelecimento de novas rotas que consolidem a sua liderança nesta área”, esclarece a empresa em comunicado.

Desta forma, a empresa arrancou com serviços diários directos por estrada de importação e exportação entre Lisboa e Barcelona. De igual modo, arrancou também com um serviço directo diário por estrada entre o Porto e a base de Irún.

As novas rotas com Espanha operam de terminal a terminal em 24 horas e são realizadas por dois motoristas.

Segundo declarações da própria empresa, “a abertura destas novas linhas diárias com prazos de 24 horas será, presumivelmente, um passo importante para o fortalecimento dos nossos serviços com Espanha, concretamente com as duas principais zonas económicas desse país, Catalunha e País Basco”.

DHL Express constrói no Norte

A DHL Express Portugal, parte do grupo Deutsche Post DHL, está a construir um novo terminal de carga no Norte do país, representando um investimento superior a cinco milhões de euros. A conclusão das obras está prevista para Fevereiro de 2012.
Com mais de 12.500m², o novo terminal de carga da DHL Express será composto por uma área de distribuição de 3.316m² e uma área administrativa e social de 559m². Está planeada a construção de cais específicos para veículos pesados, outro para ligeiros até 3500kg e ainda um para veículos ligeiros de caixa fechada.
Além disso, “a tecnologia aplicada nas novas instalações e o facto das mesmas terem sido projectadas de acordo com as exigências do negócio do transporte expresso, vão garantir um efectivo alargamento do tempo de recolha de encomendas”. Este sistema “tecnologicamente avançado”, representa um investimento de 700.000 euros, o qual vem permitir o processamento automático de encomendas e de organização da sua distribuição, “reduz a complexidade do trabalho, aumenta a rapidez do processo, adiciona qualidade ao serviço e garante maior segurança no manuseamento das encomendas”. Em média está previsto o manuseamento de mais de 3.300 encomendas por dia.

A nova infra-estrutura localiza-se em dois lotes inseridos no loteamento da ANA – Aeroportos, o que significa que “os aviões e outros veículos estarão situados nas imediações do terminal, garantindo um processo de trabalho mais rápido e eficiente”.

Américo Fernandes, director-geral da DHL Express Portugal, considera que “a implementação deste novo terminal de carga no Porto vem apoiar a indústria portuguesa no seu crescimento sustentável, pois complementa os seus processos de exportação e internacionalização”.

Armazéns e entrepostos aduaneiros em Lisboa e Porto.

O GTL Group, a operar no sector dos transportes e da logística global, disponibiliza novos armazéns e entrepostos aduaneiros em Lisboa e Porto.
Este investimento, que representa um total de 6.000m² permite um “aumento dos serviços prestados ao cliente, apoiando-os, sobretudo, no seu esforço ao nível das exportações”, refere a empresa em comunicado.
Sobre esta aposta, José Júlio Roma de Andrade, director-geral do GTL Group, explica que o objectivo do grupo, passa por “maximizar as valências das empresas que o constituem, seja enquanto despachante oficial ou agente transitário, através das suas subsidiárias Roma Andrade e Optimus Transitários, respectivamente”. Conforme avança, “o nosso objectivo é proporcionar aos nossos clientes uma capacidade de resposta à actual situação económica vivida em Portugal, disponibilizando-lhes todas as soluções dentro de portas. Somos um grupo virado para o futuro e estamos conscientes que num mundo em constante evolução é necessário ter um pacote integrado de logística que proporcione uma maior eficiência nas operações dos nossos clientes”.
Através dos seus entrepostos aduaneiros, o GTL Group faz a grupagem e consolidação das mercadorias, destinadas à exportação. “Uma das valências desta solução é a capacidade de fazer a gestão de matérias-primas e de mercadorias cotadas na Bolsa de Mercadorias (commodities), que podem ser transaccionadas no Mercado de Futuros, evitando as oscilações dos preços. Aqui incluem-se produtos como o cacau, o café, o açúcar, o trigo e outros cereais, o algodão, a borracha, entre outros”, refere José Júlio Roma de Andrade, salientando que no caso das mercadorias de alto valor “há também a oportunidade de gerir o processo de desalfandegamento parcial e manter uma quantidade relevante de mercadoria por desalfandegar no entreposto, com uma vantagem financeira para o cliente”.
Este entreposto aduaneiro é passível para todos os importadores e traders, que pretendam abastecer o mercado europeu (empresas portuguesas, mas também outras que queiram importar para a Europa). “As vantagens são enormes ao permitir às empresas reduzir os custos de transporte, vender os produtos a um preço mais baixo e, consequentemente, aumentar o lucro”.